Dias se passaram desde aquela madrugada que levei Pedro para a clínica. Ele já estava bem melhor, graças a Deus. Voltou a sorrir, a brincar, a fazer aquele barulhinho gostoso quando dava risada, só que eu… eu estava esgotada.
Lucas estava cada vez mais afundado naquela sede por sangue e vingança. A mente dele só funcionava na base da raiva, da guerra, do cheiro de pólvora. E eu já não aguentava mais. A gente discutia por tudo. Por tudo.
Não passava um dia sem gritaria, sem porta batendo, sem