Hoje era sábado. E tudo que eu queria era dormir até umas onze, meio-dia, acordar só com o cheiro do café da manhã pronto e uma paz que eu não lembrava mais como era. Mas não… Quando se tem um mini furacão de seis meses, o descanso é só um delírio distante.
O choro veio como despertador natural. Oito da manhã em ponto.
E eu ali, fingindo que não era comigo, enfiada no travesseiro, no último esforço de ignorar o mundo. Quase levantei. Quase.
Mas aí, milagre dos milagres, Lucas levantou primeir