Eu estava nervosa. O tipo de nervosismo que fazia meu estômago revirar, como se eu estivesse prestes a cometer um erro irreversível. As horas se arrastavam até o momento da visita. Era sempre assim desde que Playboy foi preso. Cada passo em direção ao presídio era uma mistura de dor, saudade e culpa. Mas hoje... hoje tinha algo mais. Um aperto no peito que não soltava.
Quando entrei no pátio e vi ele ali, sentado, as mãos cruzadas, os olhos cravados em mim, meu corpo inteiro reagiu. Playboy me