Acordei com a luz suave atravessando a janela, mas nada em mim estava leve. Minha cabeça latejava, o estômago revirava e eu me sentia suja, confusa. Olhei para o lado. Playboy estava ali, deitado, com o braço jogado sobre o travesseiro, o maxilar travado até mesmo dormindo. Como se ainda estivesse puto.
Eu me levantei devagar, tentando não acordá-lo. Precisava de silêncio, de espaço. Fui até o banheiro, lavei o rosto, encarei o espelho. Quem era aquela mulher que me olhava de volta? Os olhos c