A noite estava quente. A quebrada fervia, e o baile funk parecia um vulcão prestes a explodir. Eu cheguei com meus parceiros, rindo, bebida na mão, tentando esquecer o peso que vinha me acompanhando nos últimos dias. Mas eu não conseguia desligar. Algo dentro de mim não me deixava em paz.
Isabela.
Eu tinha deixado ela em casa, puta da vida, me cobrando, me enchendo, querendo saber onde eu ia, com quem, por quê. Sempre a mesma ladainha. E por mais que eu tivesse virado as costas e batido a por