117. SÓ UM GOSTINHO…
RAVEN
E ela escolheu, como era de se esperar, como a covarde que sempre foi.
Começou a correr por toda a borda da arena na forma humana, com a cabeça baixa, a roupa cheia de poeira, as palmas das mãos em carne viva, e as lágrimas e o catarro escorrendo por aquele rosto irreconhecível.
— Late pra todo mundo, queremos ouvir o quanto você é uma cadela venenosa! — gritei, aproveitando meu momento, parada no centro da imensa arena.
Parecia uma mulher cruel?
Sim, eu estava sendo. Mas se tem algo que