Isabela Andrade
Fechei a porta do ateliê com firmeza. Minhas mãos ainda tremiam, mas não era mais medo. Era raiva.
Matheo.
Ele havia surgido feito um furacão e, sim, me defendido de Rafael. Mas logo depois? Tão frio. Tão ríspido. Tão… irritante.
Como alguém podia ser tão protetor e, ao mesmo tempo, tão estúpido? Ele me olhava como se eu fosse frágil, mas se irritava quando eu tentava retribuir o cuidado. O que ele queria, afinal?
A verdade é que eu não saberia lidar com outro momento de gros