O celular do Leônidas continuou vibrando na minha mão, com a tela trincada iluminando o meu rosto de um jeito quase doentio. Na tela, aparecia apenas: número desconhecido. Não precisava estar desbloqueado para aquilo aparecer, e talvez fosse justamente esse o problema. Quem quer que estivesse ligando não precisava entrar no celular. Só precisava fazer o aparelho tocar. Só precisava saber quem teria coragem de atender.
Mauro olhou para mim, depois para a tela. Quando eu disse para ele não atende