— Kaito-san… — começou, mas a voz falhou.
— Hm? — ele respondeu baixo, sem pressa, sem julgar.
Marina fechou os olhos por um instante, como se tivesse que reunir coragem para continuar.
— Esse silêncio… — ela murmurou. — Está… pesado demais.
Ele inclinou a cabeça, estudando-a.
— Eu sei.
Outro silêncio.
Mas agora, outro tipo — carregado, tenso, íntimo.
Marina não recuou. Mas também não avançou. Ficou ali, entre a vontade de abraçá-lo e a vontade de fugir.
— Eu ainda não sei… como me sinto sobre