Apesar da cordialidade dos pais de Kaito, Marina ainda sentia a tensão percorrer seu corpo de forma constante, quase silenciosa, mas impossível de ignorar. Cada gesto, cada palavra, cada olhar parecia carregado de um peso maior do que realmente tinha.
Ela não queria errar.
Não queria dizer algo inadequado, não queria parecer deslocada, não queria, acima de tudo, ser o motivo de desaprovação. Eles já tinham passado por tanto, exposição, medo, incertezas. Tudo o que ela desejava agora era um pouc