A cabeça de Marina se transformou em um turbilhão.
Os pensamentos vinham rápidos, desordenados, quase atropelando uns aos outros, sem dar espaço para que ela organizasse qualquer coisa com clareza.
Grávida. A palavra ecoava, insistente.
Mas não vinha sozinha. Vinham junto imagens, possibilidades, medos.
E perguntas. Muitas perguntas.
Ela se apoiou na pia, olhando para o próprio reflexo, mas sem realmente se ver.
“E se for verdade…?”
Seu coração apertou. Não era tristeza. Não era rejeição. Não e