Kaito abriu a porta do apartamento com a chave que Marina havia lhe dado há algum tempo. Ele entrou e algo estava diferente.
Não havia música, nem o som da televisão, nem o barulho de passos ou objetos sendo arrumados. Apenas um silêncio denso, quase palpável.
— Marina? — chamou, a voz soando mais séria do que o habitual.
Nenhuma resposta, o aperto no peito aumentou.
Ele fechou a porta atrás de si e avançou pelo pequeno espaço, os olhos atentos, como se procurasse por qualquer sinal.
— Marina?