Antes que Lorena pudesse reagir, ele deixou a janela e caminhou em direção a ela, com passos controlados, quase felinos. Parou a poucos centímetros de distância, o calor de seus corpos se encontrando no espaço estreito.
A mão firme de Vitor segurou o braço de Lorena com força contida, não era agressão, mas uma âncora urgente por respostas na tempestade que se formava entre eles. O toque fez a pele dela arrepiar, como se o próprio ar estivesse carregado de eletricidade estática. Seus olhos se