Três dias depois, Agatha caminhava devagar pelo corredor da empresa, os passos ainda cautelosos, como se cada movimento fosse uma redescoberta do próprio corpo. A luz suave do fim da tarde atravessava as janelas altas, tingindo o chão com tons dourados e quentes. O silêncio era quebrado apenas pelo som ritmado de seus sapatos tocando o piso frio.
Mas a jovem não se encontrava sozinha. Em uma das mãos, ela segurava delicadamente a mão da filha, que a seguia com passos pequenos e curiosos. A meni