Ela abriu um sorriso carinhoso.
— Agora sente-se, filha. Vou providenciar algo para você comer. Não posso deixar uma moça linda como você com fome.
A palavra filha me pegou desprevenida. Meu coração doeu de leve ao lembrar da minha mãe. Será que ela estava bem? Será que aquele assassino a mandou mesmo para a casa da minha tia? Só de pensar que aquele desgraçado pudesse ter feito algum mal a ela, eu sentia vontade de matá-lo.
Afastei o pensamento antes que as lágrimas viessem.
— Eu não e