Ele inclinou a cabeça.
— Eu vejo diferente. Matei quem merecia morrer. Seu pai não era inocente. E poupei você e sua mãe de um destino muito pior.
— Como assim? Do que está falando?
Meu estômago se revirou.
— De nada. Apenas responda: acha mesmo que poupar a sua vida e a da sua mãe é fazer mal? — ele insistiu.
— Sim. Fez.
Os olhos dele brilharam com algo quase admirado.
— Se quer provar que não é igual ao seu pai, então me deixe ver minha mãe.
Ele se aproximou mais.
Perto dema