Kisa permaneceu em silêncio, ainda olhando pela janela, tentando ignorar a sensação desconfortável que aquele momento havia deixado. No entanto, foi Royal quem finalmente quebrou o silêncio.
— Por que você não senta aqui na frente? — perguntou de repente, referindo-se ao banco do passageiro.
Ela virou a cabeça para ele, surpresa com a pergunta.
— Não, obrigada. Estou bem aqui mesmo — respondeu com firmeza, ao que Royal apenas assentiu lentamente.
— Tudo bem, como preferir.
Kisa abaixou o olhar,