Seis meses.
Seis longos e, ao mesmo tempo, curtos meses.
A vida parecia ter se dividido em antes e depois. Antes… quando tudo era caos e desejo, esperança e medo, amor e confusão. E depois… quando ela precisou simplesmente aceitar, respirar fundo e seguir. Mesmo com o peito apertado, mesmo com o coração desalinhado do rumo que a vida parecia querer tomar.
Agora, ali, sentada na sala de espera da oncologia, com uma mão repousando sobre o ventre já pesado e a outra segurando com firmeza a