Liam continuava fechado num mundo só dele. Um mundo de negação, revolta e dor.
James o visitava quase todos os dias, sempre com a esperança tola de que algo tivesse mudado. Que um “bom dia” ganhasse resposta. Que uma pergunta qualquer fosse recebida com mais do que um silêncio carregado ou um olhar cheio de desprezo. Mas dia após dia, o que ele encontrava era um irmão cada vez mais amargo — com o mundo, com os médicos, com os pais, consigo mesmo. E com ele.
A cadeira de rodas estava ali,