A manhã tinha um gosto amargo de rotina para James. Correu cedo, como vinha fazendo todos os dias nas últimas semanas, tentando exaurir a mente e o corpo, como se pudesse expulsar por meio do esforço físico tudo aquilo que o apertava por dentro. Depois, parou numa cafeteria discreta em Manhattan. Pediu o de sempre: café preto, sem açúcar. Amargo, como ele se sentia.
Sentado à janela, observando a cidade ganhar forma com o sol, James desejou por um instante ser apenas mais um entre tantos. A