Por um instante, o mundo parou. Lucy tremia nos braços de Cedric, o calor de seu corpo a envolvendo enquanto ele a abraçava com força, como se temesse soltá-la. O colar de meia-lua pulsava, quente, como se aprovasse ou alertasse. Uma voz ecoava na mente de Cedric, sussurrando que, se a largasse, nunca mais a teria.
— Cedric! — exclamou Lucy, ofegante, afastando-se.
— Me desculpe, eu não devia — disse ele, confuso, os olhos de safira cheios de conflito. — Não deveria ter te beijado.
— Você tá pe