Pela manhã, Lucy ainda pensava nas palavras de Amara: Aceite a magia pra se proteger deles. Quem eram “eles”? Ninguém sai, vivo ou morto. Isso significava fantasmas vagando pela cidade?
— Como tá? — perguntou William, sentado à mesa do café, completamente à vontade.
— Bem — respondeu Lucy, forçando um sorriso. — Acho que dá pra ir pro colégio.
— O médico recomendou que ficasse em casa — disse ele, firme. — Então é assim que será.
— Do jeito que tá, vou passar mais tempo em casa que na escola —