Lucy desceu as escadas, ainda atordoada, e foi até o escritório da avó. Não queria ficar no quarto, onde a lembrança de Amara e do fogo ainda a perseguia. Queria se agarrar à felicidade do beijo de Cedric, mas a voz da anciã do sonho ecoava: Não desperdice sua chance. Sentou-se na poltrona, tentando se concentrar em qualquer coisa que não fosse a maldição.
Horas depois, William entrou no escritório, o rosto cansado, mas com um meio sorriso.
— Como tá se sentindo?
— Muito bem — respondeu Lucy,