Capítulo 49

Pablo.

Eu já tava puto desde o início.

Devia ter, pelo menos, um infeliz infiltrado pra avisar que aqueles arrombados iam chegar.

Mas não… tudo na base da sorte. E sorte, pra mim, nunca vem.

Melinda tava no carro da frente, porque iam seguir outra rota. Quando eu percebi que o carro dela tava balançando de um lado pro outro, tentei acelerar pra ver o que tava acontecendo, mas os filhos da puta bloquearam a gente.

– Eles vão cair da ponte! – Hernandez gritou.

Meu coração saiu pela boca.

– MELINDA! – berrrei, forçando o carro, mas não dava, os caras não deixavam chegar perto.

E aí aconteceu:

O carro dela voou… e despencou da ponte.

Por um segundo, eu deixei de respirar.

– Vamos ter que seguir! – Hernandez falou.

– Seguir é o caralho! – gritei, freando o carro de uma vez.

– Eu não vou deixar minha mulher! Foda-se dinheiro, foda-se tudo!

Saí do carro no impulso. Tiro pra todo lado.

Um me pegou no braço, mas eu nem senti.

Hernandez puxou os caras pra longe enquanto eu corria até a beirada
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