Na sexta, perto do fim do expediente, George Lione entrou na sala de Guilherme após duas batidas, em sua mão segurava uma pasta que pousou na escrivaninha do colega. Seus olhos verdes, sempre atentos, encontraram os de Guilherme, que pegou o envelope imediatamente ao reconhecer o logotipo da clínica em que fizeram o exame de paternidade.
— Foi rápido — comentou, a voz um pouco mais grave do que o normal, denunciando a preocupação com o que o simples resultado teria no futuro.
— Chegou no começo