No dia seguinte, em seu escritório, Guilherme apoiou o copo de café na mesa, observando a fumaça subir e se dissipar no ar, o pensamento longe, em Tábata. Naquela manhã, ela esteve calada e, por mais que tenha insistido, não contou o que levou Paulina a discutir com ela. No entanto, obteve a resposta naquele mesmo dia, através de uma ligação de sua prima menor.
— Gui! Você está sozinho? — perguntou Paola com um tom urgente, fazendo-o ajustar a postura na cadeira e olhar para a porta fechada.
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