O silêncio reinava na casa quando Guilherme chegou do trabalho. Estranhando, franziu o cenho ao girar a chave na fechadura e perceber que nenhuma luz estava acesa. Deixou a pasta de trabalho na entrada e atravessou o corredor com passos cuidadosos, o ar denso de uma inquietação que não conseguia explicar.
— Taby? — chamou, sem resposta.
Seguiu diretamente para o quarto principal, empurrando a porta. A cama estava feita, o ambiente vazio, apenas o aroma leve do perfume dela pairava no ar. Seu co