Theodoro Lancaster
Uma semana.
Sete dias desde que Leydi Dayane colocou os pés aqui. E, contra todas as minhas mais sólidas previsões — ou talvez birras internas —, ela estava fazendo um trabalho impecável.
De onde eu estava, recostado na minha cadeira de couro preto, com as mãos entrelaçadas atrás da cabeça e o olhar fixo na parede de vidro que me separava do restante do andar executivo, eu observava. Sim, observava. E mais do que deveria, diga-se de passagem.
Minha sala ficava estrategicament