Marcos empurrou a porta do quarto com cuidado. O quarto estava silencioso, iluminado apenas pela luz suave do entardecer que entrava pela janela. Sobre a cama, Abigail dormia. Sua respiração era tranquila, o semblante sereno, e por um instante Marcos sentiu uma paz que há muito não experimentava.
Mas o alívio foi breve. Um frio percorreu sua espinha. Já era a segunda vez que quase perdia sua filha. O coração bateu acelerado, e ele precisou de alguns segundos para se sentar ao lado dela, seguran