As sirenes da ambulância romperam o silêncio pesado que pairava sobre o cenário do acidente. O som era agudo, quase cortante. Os flashes vermelhos e azuis piscavam incessantemente, refletindo nas árvores retorcidas que cercavam a estrada, criando sombras que se moviam como se fossem fantasmas. O ar estava impregnado com o cheiro ácido de óleo queimado, gasolina e fumaça, misturado a um leve odor de ferro quente.
O som metálico dos paramédicos retirando equipamentos da viatura ecoava pelo asfal