O dia seguinte amanheceu silencioso no castelo de Durang, mas carregado de expectativa. Eliara caminhava pelos corredores com passos firmes, sentindo cada olhar que se voltava para ela. Guardas endireitavam-se ao vê-la passar, damas faziam pequenas reverências e sussurros abafados percorriam os salões. A transformação era evidente: não mais uma serva submissa, mas uma dama da corte com poder reconhecido, uma mulher que os outros observavam com respeito — e, em alguns casos, temor.
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