O ar fora do salão era diferente. Menos denso, menos carregado de olhares e julgamentos, mas ainda assim difícil de respirar. Sulla me manteve firme contra o seu braço, como se temesse que eu desabasse ali mesmo.
Meu corpo estava pesado, e cada passo parecia um esforço. As palavras de Valkar ecoavam na minha cabeça, repetindo-se como um tormento. “Peço que entenda… é do meu filho que estamos falando.”
E eu.
E eu?
Aquela resposta não dada queimava mais do que qualquer acusação.
Sulla