A lua cheia tingia de prata as janelas da torre mais alta.
Eliara estava sozinha, sentada no peitoril, observando o céu pesado de nuvens. O silêncio era espesso, como se o próprio castelo contivesse a respiração.
Ela ouvira os passos. O cheiro antes mesmo.
> “Não. Não hoje.”
Mas já era tarde. A porta se abriu com força.
E Valkar entrou, os olhos negros cravados nela.
— Saia. — ela disse, sem se virar. — Não estou de serviço esta noite.
— Não vim atrás da serva.
Ela se levantou, o