Eliara acordou envolta no calor dos lençóis do rei. Por um instante, acreditou que a luz dourada entrando pelas janelas era prenúncio de uma nova era. O corpo ainda doía levemente das marcas deixadas por Valkar — beijos fundos, mordidas cruas, mãos possessivas. Mas seu peito… seu peito estava leve.
Ela se virou, buscando por ele na cama. Estava vazia.
A lareira ainda crepitava, o perfume da noite passada impregnado nos travesseiros.
Mas Valkar não estava ali.
Nem voltou naquela manhã. Nem ao me