O vento da madrugada assobiava entre as torres da fortaleza.
Era uma noite fria, cheia de promessas quebradas e segredos sussurrados nas sombras.
Aurora acordou de repente, o coração martelando no peito.
Ao seu lado, Darius já estava meio sentado, olhos dourados acesos no escuro como duas brasas.
— Você sentiu? — ele perguntou, a voz rouca de preocupação.
Ela assentiu.
— Caelum. — disse, já jogando o cobertor de lado.
O espaço vazio no quarto do pequeno era a primeira confirmação de que algo nã