Ayla seguia pela rua murmurando uma música. Caio apontava para os carros ou para os animais que via passando.
O destino era o pequeno parque com escorregador, balanço e um gira gira colorido, que vivia cheio de crianças rindo.
— Mamãe, mamãe! Eu quero o meu de chocolate! — Caio apontou empolgado para o homem com o carrinho de sorvete.
— Mas vai dividir com a mamãe!
Ela estava amando essa interação, saber que seu filho estava vivo era como viver um sonho bom.
Eles compraram o sorvete e se sentar