Caio e Sierra chegaram em casa quando a noite já caía sobre Istambul. O apartamento estava silencioso, iluminado apenas pelas luzes baixas que eles deixavam acesas. Assim que fecharam a porta, Caio puxou Sierra para si e beijou-a devagar, como se precisasse daquele momento para afastar toda a tensão do dia.
— Vou tomar um banho — ele murmurou contra os lábios dela. — Quero esfriar a cabeça depois de tudo que ouvi.
— Kerem é mau, mesmo? — Sierra estava falando mais, melhor, com consistencia. Cai