O cemitério ainda parecia ecoar o que havia sido vivido horas antes, como se o silêncio das lápides guardasse as vozes baixas, os soluços contidos e as mãos que se apertaram em apoio mútuo durante o enterro de George Demirkan.
A cerimônia tinha sido tudo o que ele representara em vida: forte, respeitado e, no fim, profundamente amado. Homens que nunca demonstravam fraqueza haviam abaixado a cabeça em silêncio absoluto. Outros, discretamente, enxugaram lágrimas que jamais admitiriam em voz alta.