Kerem parou em frente à porta da mansão Demirkan. O coração batia forte no peito. As mãos tremiam um pouco enquanto ele segurava um pequeno buquê de flores simples que havia comprado no caminho. Ele respirou fundo, pronto para pedir perdão de joelhos se fosse preciso. Antes que pudesse bater ou dizer qualquer palavra, a porta se abriu.
Luz apareceu. Seus olhos se encheram de lágrimas no mesmo instante. Sem dizer nada, ela deu um passo à frente e o abraçou com força. Os braços dela apertaram o c