Ayla não conseguia parar de chorar. Tinha Luna consolando seu pranto enquanto Felipe andava de um lado para o outro desesperado, falando ao telefone.
— Sim,... eu... Não me interessa quando isso vai custar, eu quero o meu filho de volta, porra!... O quê? — Felipe disse assustado e olhou para Ayla ali chorando. — Descubra isso a fundo.
Ele desligou e foi até ela. Acariciou o rosto triste e seus olhos se encheram de lágrimas. Seu coração estava preocupado e dolorido.
— Meu amor... Sei que não tem cabeça para pensar em nada, mas... acha que você tem algum inimigo? Alguém que queira te fazer mal?
A pergunta deixou Luna e a própria Ayla sem entender. Como ela sendo alguém simples poderia ter inimigos.
— Não... Claro que não. Mi ha vida sempre foi salvar pessoas, nunca tive problemas com ninguém, mas porque está perguntando isso.
— Por que parece que esse sequestro não foi para mim, mas para atingir você.
Ela colocou a mão na boca espantada, quem faria algo assim?
Ayla chorou ainda mais, nã