A mansão Dermikan estava mergulhada em um silêncio profundo e raro naquela noite, uma paz que Ayla ainda aprendia a acolher sem desconfiança, como se qualquer ruído pudesse desfazer o frágil equilíbrio que eles haviam construído.
A luz amarelada do abajur derramava-se suave sobre o quarto, aquecendo os móveis claros de madeira, refletindo nas cortinas entreabertas por onde entrava a brisa fresca da madrugada, carregando o cheiro úmido de terra e jasmim do jardim lá fora.
Ayla estava deitada de