Benjamin já estava no chão outra vez quando ouvi o som da campainha.
O barulho cortou o ambiente de um jeito estranho. Não era comum visitas naquele horário.
Benjamin ergueu a cabeça no mesmo instante.
— Quem é?
—Não sei — respondi, me levantando.
Mark apareceu no corredor quase ao mesmo tempo, o corpo ficando rígido por reflexo.
—Fica com ele — disse para mim, antes de seguir em direção à porta.
Benjamin se aproximou mais, ficando ao meu lado. Não falou nada, mas segurou a barra da minha roupa