Acordei com o barulho da porta da cozinha. A luz entrava pelas frestas da cortina, ainda fraca, como se o dia estivesse se espreguiçando também. Fiquei deitada por alguns minutos, ouvindo os passos leves lá fora. Mark, provavelmente. Ou Benjamin, tentando ser discreto.
Quando levantei, encontrei os dois na cozinha. Benjamin estava sentado à mesa com um prato de cereais à frente, mas os olhos estavam fixos na janela. Mark preparava café, as costas apoiadas no balcão, o olhar distraído no celular