Na manhã seguinte, evitei pensar na noite anterior.
Não porque tivesse sido estranha, mas porque tinha sido familiar demais.
Benjamin acordou animado, falando alto demais para o horário. Mark já estava na cozinha quando descemos.
Ele segurava uma caneca de café e lia algo no celular, a testa levemente franzida.
— Bom dia — disse, sem tirar os olhos da tela.
— Bom dia — respondi.
Benjamin subiu na cadeira.
— Hoje tem apresentação na escola.
Mark levantou o olhar.
— É hoje?
— É. Eu falei ontem.
—