Sandra entrou no quarto como um vendaval.
A porta bateu com tanta força que a madeira tremeu no batente e o som ecoou pelo corredor. Ela não se importou se alguém ouviu, não se importou se a alcateia inteira acordasse, se o teto caísse, se o mundo pegasse fogo.
Na verdade…
Ela queria que pegasse.
— DESGRAÇADAS! — gritou, a voz rasgando o ar, os olhos brilhando de ódio. — MALDITAS! EU VOU MATAR AQUELAS DUAS!
Elena e Cassandra estavam sentadas, uma em cada lado do quarto, como se esperassem por a