Capítulo 8

Foi numa dessas manhãs, enquanto eu ajudava Sophia a plantar margaridas, que Mingau voltou com algo na boca.

— Olha, Mauren! O Mingau trouxe um presente! — gritou Sophia, correndo atrás dele.

O gato, com ar de missão cumprida, largou o objeto na grama e se lambeu, indiferente.

Era um pingente.

Pequeno, prateado, com uma flor gravada — margarida, exatamente igual às do canteiro.

Mas o que me fez o coração parar foi a inscrição na parte de trás, quase apagada pelo tempo:

“Para minha flor favorita. — I.”

— Tem como assinatura um I.

— É da mamãe! — Sophia sussurrou, pegando o pingente com as mãos trêmulas. — Acho que vi em uma foto ela usando isso no pescoço!

Meu sangue gelou.

— Onde o Mingau achou isso? — perguntei, olhando para o muro alto que cercava a propriedade.

— Lá! — ela apontou para o canto mais escondido do jardim, perto dos bambus, onde até a segurança evitava passar.

Corri até lá.

Nada parecia fora do lugar. Será que alguém tinha jogado o pingente por cima do muro ou será q
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