Capítulo 25
Elena

A primeira coisa que eu senti foi o cheiro.

Não era o meu cheiro. Não era o sabonete barato do banheiro do corredor, nem o amaciante de supermercado que a Jussara usava nas roupas. Era… madeira. Mar. Homem. Abri os olhos devagar, a luz da manhã entrando pelas frestas da cortina pesada. O teto era diferente. Mais alto. Mais escuro. A cama era enorme. Os lençóis eram brancos, macios, cheiravam a ele.

Meu coração disparou.

Eu estava no quarto dele. No quarto do Arthur.

Não lembrava
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