Dançamos. Ele colado em mim. As mãos descendo. Subindo.
— Quer subir? — ele perguntou, os olhos no meu decote.
— Não.
— Por quê?
— Porque eu não quero.
— Tá com medo?
— Tô entediada.
Ele apertou minha cintura. Puxou meu corpo contra o dele.
— Você é complicada.
— Você é previsível.
— Eu posso te dar prazer.
— Duvido.
Ele me beijou. Não esperou resposta. A boca colou na minha. Forçada. Molhada. Sem jeito.
Empurrei.
— Não.
— Vamos...
— Eu disse NÃO.
Ele segurou meu braço. Forte demais.
— Não prec