capítulo 99

Naquela madrugada…

Eu acordei com dor.

Não dúvida.

Não “talvez”.

Dor.

Profunda.

Rítmica.

Inconfundível.

Fiquei imóvel por um segundo.

Sentindo.

Contando.

Respirei.

Veio outra.

Mais forte.

— Arthur… — chamei, baixo.

Ele acordou na hora.

Como se nunca tivesse dormido.

— O que foi?

— Acho que… começou.

Silêncio.

Um segundo.

Dois.

E então…

ele sentou na cama rápido demais.

— Começou? Tipo… começou?

Assenti.

Outra contração veio.

Fechei os olhos.

Respirei fundo.

— Tá — ele levantou. — Tá, tá, tá.

Co
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