capítulo 30
Eu deveria estar feliz.

Era assim que funcionava, não era? O primeiro beijo vinha acompanhado de borboletas, suspiros e aquele sorriso bobo que não sai do rosto. Pelo menos era o que eu sempre imaginei.

Mas o que eu sentia não era leve.

Era pesado.

Arthur não tinha me evitado. Ele continuava educado, atento à rotina da casa, perguntando sobre Sophia, resolvendo tudo como sempre. Nada estava fora do lugar.

E, ainda assim, tudo estava diferente.

Ele estava distante.

Não fisicamente.
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